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<channel><title><![CDATA[Cidinha Livorato - Blog]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog]]></link><description><![CDATA[Blog]]></description><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:21:12 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Transtornos psicossomáticos: a influência das emoções em nosso corpo]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/transtornos-psicossomaticos-a-influencia-das-emocoes-em-nosso-corpo]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/transtornos-psicossomaticos-a-influencia-das-emocoes-em-nosso-corpo#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 12:54:15 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/transtornos-psicossomaticos-a-influencia-das-emocoes-em-nosso-corpo</guid><description><![CDATA[       Nunca lhe aconteceu, quando estava muito ansioso, ter mais dores de est&ocirc;mago ou dores de cabe&ccedil;a? Mais dores no corpo? E quando voc&ecirc; ficou com raiva, o que aconteceu? Podemos perceber rapidamente que as emo&ccedil;&otilde;es afetam o desconforto f&iacute;sico, n&atilde;o &eacute;?Dessa forma, &eacute; mais f&aacute;cil entender o que s&atilde;o desordens psicossom&aacute;ticas: essas doen&ccedil;as f&iacute;sicas que t&ecirc;m sua origem em fatores psicol&oacute;gicos. O [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/bigstock-young-woman-with-painful-heada-153866621_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Nunca lhe aconteceu, quando estava muito ansioso, ter mais dores de est&ocirc;mago ou dores de cabe&ccedil;a? Mais dores no corpo? E quando voc&ecirc; ficou com raiva, o que aconteceu? Podemos perceber rapidamente que as emo&ccedil;&otilde;es afetam o desconforto f&iacute;sico, n&atilde;o &eacute;?<br /><br />Dessa forma, &eacute; mais f&aacute;cil entender o que s&atilde;o desordens psicossom&aacute;ticas: essas doen&ccedil;as f&iacute;sicas que t&ecirc;m sua origem em fatores psicol&oacute;gicos. Ou que se estendem por causa disso. Descubra agora a import&acirc;ncia de gerenciar nossas emo&ccedil;&otilde;es negativas para preservar nossa sa&uacute;de f&iacute;sica.<br /><br />As emo&ccedil;&otilde;es se manifestam atrav&eacute;s de um sistema triplo de respostas: cognitivas, fisiol&oacute;gicas e motoras. O sistema cognitivo refere-se aos pensamentos que temos quando sentimos emo&ccedil;&otilde;es diferentes. Por exemplo, quando a raiva aumenta em n&oacute;s, nossos pensamentos s&atilde;o como &ldquo;Estou fazendo isso para me provocar&rdquo;, &ldquo;N&atilde;o acredito que estou fazendo isso comigo mesma&rdquo; etc.<br /><br />No entanto, esse discurso interior &eacute; completamente diferente quando estamos tristes. O sistema motor, entretanto, &eacute; o conjunto de comportamentos que adotamos de acordo com as emo&ccedil;&otilde;es que sentimos. Assim, quando o medo aparece, tentamos nos proteger ou fugir, um comportamento que seria totalmente inapropriado se sent&iacute;ssemos alegria.<br /><br />&#8203;Enfim, o sistema fisiol&oacute;gico diz respeito &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es corporais que aparecem. Nesse sentido, existem emo&ccedil;&otilde;es que nos estimulam mais ou menos, da mesma maneira que h&aacute; algumas que n&atilde;o produzem muitos efeitos. A ansiedade, para que voc&ecirc; entenda a que estamos nos referindo, &eacute; uma emo&ccedil;&atilde;o que nos estimula muito fisiologicamente: quando aparece, nossa frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca aumenta e nossa respira&ccedil;&atilde;o acelera.<br /><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)"></span><strong>Como a ansiedade e a raiva afetam os dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos?</strong><span style="color:rgb(0, 128, 128)"><br /></span>Os dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos s&atilde;o muito numerosos. Eles podem ser cardiovascular (press&atilde;o alta), respirat&oacute;rio (asma br&ocirc;nquica), end&oacute;crino (diabetes), gastrointestinal (&uacute;lcera p&eacute;ptica), dermatol&oacute;gico (urtic&aacute;ria) ou imunol&oacute;gico (dor cr&ocirc;nica ou artrite reumat&oacute;ide). Estes s&atilde;o apenas alguns exemplos: existem muitos mais. A manifesta&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica das emo&ccedil;&otilde;es os afetar&aacute;. Em particular ansiedade e raiva.<br /><br />&ldquo;Diante das doen&ccedil;as causadas pela mis&eacute;ria, diante da tristeza, da ang&uacute;stia e da mis&eacute;ria social das pessoas, os micr&oacute;bios, como causas da doen&ccedil;a, representam quase nada. &rdquo; -Ram&oacute;n Carrillo<br /><br />Essas duas emo&ccedil;&otilde;es emergem, quando as sentimos, em uma grande estimula&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica. Aparecem tens&atilde;o muscular, hiperventila&ccedil;&atilde;o ou acelera&ccedil;&atilde;o do ritmo card&iacute;aco, entre outros sintomas fisiol&oacute;gicos. A princ&iacute;pio, nosso corpo &eacute; energizado dessa maneira para enfrentar o perigo que causou essas emo&ccedil;&otilde;es. Portanto, n&atilde;o &eacute; realmente uma m&aacute; estimula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O problema surge quando sentimos muito intensamente, com muita frequ&ecirc;ncia ou muito tempo essas emo&ccedil;&otilde;es. Nosso corpo ent&atilde;o ret&eacute;m essa tens&atilde;o que vai al&eacute;m de nossas possibilidades, porque esse est&iacute;mulo deve desaparecer quando superarmos o que causou esse medo ou essa ansiedade. Mas como n&atilde;o conseguimos, nossos &oacute;rg&atilde;os est&atilde;o sobrecarregando gradualmente e mudan&ccedil;as morfol&oacute;gicas e funcionais aparecem.<br /><br />&#8203;<span style="color:rgb(0, 128, 128)"></span><strong>Qual &eacute; o papel dos sintomas som&aacute;ticos nesse processo?</strong><span style="color:rgb(0, 128, 128)"><br /></span>Tudo o que explicamos at&eacute; agora leva a uma conclus&atilde;o: como percebemos e interpretamos diferentes situa&ccedil;&otilde;es nos ajudar&aacute; a gerenciar melhor nossas emo&ccedil;&otilde;es negativas . O mesmo acontece se conseguirmos encontrar solu&ccedil;&otilde;es adaptadas ao que acontece conosco.<br /><br />Ao fazer isso, conseguiremos evitar uma forte estimula&ccedil;&atilde;o e teremos menos probabilidade de desenvolver dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos. Tamb&eacute;m funciona quando estamos lidando com uma doen&ccedil;a puramente som&aacute;tica. O paciente pode: estar convencido de que n&atilde;o &eacute; s&eacute;rio, saber que &eacute; s&eacute;rio, mas quer lutar porque est&aacute; convencido de que h&aacute; esperan&ccedil;a ou sabe que c &eacute; s&eacute;rio, mas decide viver da melhor maneira poss&iacute;vel e n&atilde;o se limitar mais do que o necess&aacute;rio.<br /><br />Se voc&ecirc; escolher uma dessas tr&ecirc;s maneiras, poder&aacute; evitar a ansiedade e a raiva que normalmente ocorrem quando h&aacute; um problema f&iacute;sico. Dessa forma, a probabilidade de voc&ecirc; sofrer de dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos tamb&eacute;m ser&aacute; reduzida. &Agrave;s vezes, &eacute; dif&iacute;cil alcan&ccedil;ar esse resultado, mas com a ajuda inestim&aacute;vel de um psic&oacute;logo adequado, voc&ecirc; poder&aacute; se sair bem.<br /><br />Por&nbsp;<a href="https://www.pensarcontemporaneo.com/">pensarcontemporaneo.com</a><br /><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Thich Nhat Hanh: A arte de deixar ir]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/thich-nhat-hanh-a-arte-de-deixar-ir]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/thich-nhat-hanh-a-arte-de-deixar-ir#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 12:41:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/thich-nhat-hanh-a-arte-de-deixar-ir</guid><description><![CDATA[       Thich Nhat Hanh, o mestre Zen Budista, tem alguns conselhos interessantes sobre o que significa realmente deixar ir. Muitas pessoas confundem o desapego ou o n&atilde;o-apego como uma forma de indiferen&ccedil;a ou desconex&atilde;o emocional dos outros, mas, como explica Hanh, deixar de fumar freq&uuml;entemente significa amar algu&eacute;m mais do que voc&ecirc; jamais amou antes.O Buda ensinou que o desapego, uma das disciplinas do Caminho Nobre, tamb&eacute;m chamado ariyasaavaka, n&a [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/thich-nhat-hanh-hong-kong-compassion-chant-2_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#2a2a2a">Thich Nhat Hanh, o mestre Zen Budista, tem alguns conselhos interessantes sobre o que significa realmente deixar ir. Muitas pessoas confundem o desapego ou o n&atilde;o-apego como uma forma de indiferen&ccedil;a ou desconex&atilde;o emocional dos outros, mas, como explica Hanh, deixar de fumar freq&uuml;entemente significa amar algu&eacute;m mais do que voc&ecirc; jamais amou antes.<br /><br />O Buda ensinou que o desapego, uma das disciplinas do Caminho Nobre, tamb&eacute;m chamado ariyasaavaka, n&atilde;o &eacute; um ato f&iacute;sico de retrai&ccedil;&atilde;o ou mesmo uma forma de austeridade. Embora o Buda ensine uma &ldquo;n&atilde;o-a&ccedil;&atilde;o que &eacute; parte integrante do Caminho Certo&rdquo;, se for tirado do contexto, pode dar a impress&atilde;o de que devemos desenvolver uma falta de interesse pelos outros, e que devemos viver sem verdadeiramente sentindo ou expressando nossas emo&ccedil;&otilde;es &ndash; nos isolando da vida.<br /><br />Essa forma de desapego &eacute; uma compreens&atilde;o err&ocirc;nea da mensagem do Buda. O Mestre Hanh afirma que, para realmente deixar ir, devemos aprender a amar mais completamente . O n&atilde;o-apego s&oacute; acontece quando o nosso amor pelo outro se estende para al&eacute;m das nossas pr&oacute;prias expectativas pessoais de ganho, ou a nossa antecipa&ccedil;&atilde;o de um resultado espec&iacute;fico e desejado.<br /><br />Hanh descreve quatro formas de desapego completo, que surpreendentemente, n&atilde;o se tratam de se esconder em uma caverna e ignorar todos que partiram seu cora&ccedil;&atilde;o, ou ignorar sua lux&uacute;ria ou desejo por um interesse rom&acirc;ntico. Isso n&atilde;o &eacute; desapego. Deixar ir significa mergulhar.<br />&#8203;<br /><span style="font-weight:700">Maitri (n&atilde;o o amor que voc&ecirc; conhece)</span><br />Hanh descreve a import&acirc;ncia de Maitri, n&atilde;o o amor como normalmente entendemos em um uso ocidentalizado da palavra. Ele afirma:<br /><br />O primeiro aspecto do amor verdadeiro &eacute; maitri ( metta , em Pali), a inten&ccedil;&atilde;o e a capacidade de oferecer alegria e felicidade. Para desenvolver essa capacidade, temos que praticar olhar e ouvir profundamente para que saibamos o que fazer e o que n&atilde;o fazer para deixar os outros felizes. Se voc&ecirc; oferecer a sua amada algo que ela n&atilde;o precisa, isso n&atilde;o &eacute; maitri. Voc&ecirc; tem que ver sua situa&ccedil;&atilde;o real ou o que voc&ecirc; oferece pode lhe trazer infelicidade.<br /><br />Em outras palavras, seu distanciamento pode estar em aceitar que certas coisas que voc&ecirc; faria normalmente para fazer outra pessoa se sentir amada e apreciada podem n&atilde;o ser o que a pessoa que voc&ecirc; est&aacute; amando ativamente agora precisa. Em vez de for&ccedil;ar esse comportamento em outra pessoa, com uma inten&ccedil;&atilde;o egoica de &ldquo;agrad&aacute;-la&rdquo;, voc&ecirc; simplesmente se destaca dessa necessidade em si mesmo e realmente observa o que faz a outra pessoa se sentir confort&aacute;vel, segura e feliz.<br /><br />Ele explica ainda:<br /><br />Temos que usar a linguagem com mais cuidado. &ldquo;Amor&rdquo; &eacute; uma palavra bonita; temos que restaurar seu significado. A palavra maitri tem ra&iacute;zes na palavra mitra que significa amigo. No budismo, o significado prim&aacute;rio do amor &eacute; amizade.<br /><br /><span style="font-weight:700">Karuna (compaix&atilde;o)</span><br />A pr&oacute;xima forma de verdadeiro desapego &eacute; a compaix&atilde;o. Quando nos soltamos, n&atilde;o paramos de oferecer um toque, palavra ou a&ccedil;&atilde;o compassiva para ajudar algu&eacute;m que est&aacute; sofrendo. N&oacute;s tamb&eacute;m n&atilde;o esperamos tirar sua m&aacute;goa ou dor. A compaix&atilde;o cont&eacute;m profunda preocupa&ccedil;&atilde;o, no entanto. N&atilde;o &eacute; indiferen&ccedil;a. N&atilde;o &eacute; isolamento dos outros.<br /><br />&#8203;O Buda sorri porque entende porque a dor e o sofrimento existem e porque tamb&eacute;m sabe como transform&aacute;-lo. Voc&ecirc; se torna mais profundamente envolvido na vida quando se torna desapegado do resultado, mas isso n&atilde;o significa que voc&ecirc; n&atilde;o participe plenamente &ndash; mesmo da dor dos outros.<br /><br /><span style="font-weight:700">Gratid&atilde;o e Alegria</span><br /><br />Na verdade, voc&ecirc; pratica a gratid&atilde;o. Mudita, ou alegria, surge quando somos superados com gratid&atilde;o por tudo o que temos, de tal modo que n&atilde;o nos apegamos mais a algum outro resultado esperado. A defini&ccedil;&atilde;o de alegria do Buda &eacute; mais como &ldquo;alegria altru&iacute;sta&rdquo;. Isso significa que n&atilde;o s&oacute; encontramos felicidade quando algo de bom acontece conosco, mas quando outros encontram a felicidade.<br /><br />Se voc&ecirc; j&aacute; teve que dizer adeus a um amor ou amigo para que eles pudessem continuar o caminho da sua vida, voc&ecirc; pode ter sentido dor quando eles encontraram algu&eacute;m novo para amar, ou fez um novo amigo que parecia tomar o seu lugar. Isso n&atilde;o &eacute; verdadeiro desapego. A alegria surge quando voc&ecirc; encontra a felicidade mesmo quando os outros encontram alegria &ndash; e ela tem pouco ou nada a ver com voc&ecirc;.<br /><br /><span style="font-weight:700">Upeksha (Equanimidade)</span><br /><br />Mestre Hanh descreve a qualidade final do amor verdadeiro que lan&ccedil;a luz desordenada sobre o verdadeiro processo de deixar ir. Ele afirma:<br /><br />O quarto elemento do amor verdadeiro &eacute; upeksha, que significa equanimidade, n&atilde;o-apego, n&atilde;o-discrimina&ccedil;&atilde;o, imparcialidade ou desapego. Upa significa &lsquo;acabou&rsquo; e iksha significa &lsquo;olhar&rsquo;. Voc&ecirc; sobe a montanha para poder olhar toda a situa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o limitada por um lado ou pelo outro. Se o seu amor tem apego, discrimina&ccedil;&atilde;o, preconceito ou apego, n&atilde;o &eacute; amor verdadeiro. As pessoas que n&atilde;o entendem o budismo &agrave;s vezes pensam que upeksha significa indiferen&ccedil;a, mas a verdadeira equanimidade n&atilde;o &eacute; fria nem indiferente. Se voc&ecirc; tem mais de um filho, eles s&atilde;o todos seus filhos. Upeksha n&atilde;o significa que voc&ecirc; n&atilde;o ama. Voc&ecirc; ama de uma maneira que todos os seus filhos recebam seu amor, sem discrimina&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Hanh explica que, sem essa qualidade, nosso amor tende a se tornar possessivo &ndash; um ponto de partida do ego. Tentamos colocar a pessoa amada em nosso bolso e lev&aacute;-la conosco quando s&atilde;o mais como o vento, uma borboleta ou um riacho, precisando se mover e fluir, ou arriscar morrer. Isso n&atilde;o &eacute; amor, isso &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Para que o amor seja amor verdadeiro, ele deve ter elementos de compaix&atilde;o, alegria e equanimidade &ndash; e isso &eacute; realmente deixar ir.<br /><br /><span style="font-weight:700">A arte de deixar ir &eacute; Artless</span><br />O verdadeiro segredo &eacute; que deixar ir n&atilde;o &eacute; uma arte, &eacute; uma permiss&atilde;o, um ser. Um relacionamento n&atilde;o-apegado &eacute; saud&aacute;vel, forte e cheio de amor, bondade e compaix&atilde;o sem esfor&ccedil;o. &Eacute; completamente altru&iacute;sta porque o seu senso de &ldquo;eu&rdquo; n&atilde;o &eacute; mais afirmado em todas as situa&ccedil;&otilde;es. Se voc&ecirc; quer realmente largar, precisa amar mais, n&atilde;o menos. Este &eacute; o mal-entendido mais comum sobre este ensino inestim&aacute;vel do Buda.<br />&#8203;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ser mais feliz ajudará você a viver mais, então aprenda a ser mais feliz]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/ser-mais-feliz-ajudara-voce-a-viver-mais-entao-aprenda-a-ser-mais-feliz]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/ser-mais-feliz-ajudara-voce-a-viver-mais-entao-aprenda-a-ser-mais-feliz#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 12:25:25 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/ser-mais-feliz-ajudara-voce-a-viver-mais-entao-aprenda-a-ser-mais-feliz</guid><description><![CDATA[       Se voc&ecirc; pudesse desejar apenas uma coisa, seria felicidade ou uma vida longa? Dado o que os pesquisadores nos dizem, &eacute; prov&aacute;vel que um produza o outro.A ci&ecirc;ncia vem explorando a conex&atilde;o entre felicidade e longevidade h&aacute; algum tempo. Uma an&aacute;lise de quase 4.000 brit&acirc;nicos em 2011 revelou que aqueles que disseram sentir-se satisfeitos ou felizes em um dia t&iacute;pico tinham at&eacute; 35% menos chances de morrer prematuramente. Em um est [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/feliz_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Se voc&ecirc; pudesse desejar apenas uma coisa, seria felicidade ou uma vida longa? Dado o que os pesquisadores nos dizem, &eacute; prov&aacute;vel que um produza o outro.<br /><br />A ci&ecirc;ncia vem explorando a conex&atilde;o entre felicidade e longevidade h&aacute; algum tempo. Uma an&aacute;lise de quase 4.000 brit&acirc;nicos em 2011 revelou que aqueles que disseram sentir-se satisfeitos ou felizes em um dia t&iacute;pico tinham at&eacute; 35% menos chances de morrer prematuramente. Em um estudo de 2016, uma perspectiva positiva foi associada &agrave; vida mais longa de quase 4.000 homens e mulheres franceses mais velhos estudados ao longo de 22 anos.<br /><br />Os pesquisadores acompanharam mais de 2.000 mexicano-americanos em 2015 e descobriram que aqueles que eram mais positivos em sua vis&atilde;o de mundo tinham metade da probabilidade de morrer. E um estudo de 2011 acompanhou cerca de 200 mulheres e homens de S&atilde;o Francisco por 13 anos e descobriu que aqueles que relataram experi&ecirc;ncias mais positivas do que negativas tamb&eacute;m viveram mais.<br /><br />De acordo com pesquisas no site do Positive Psychology Center , a busca pelo bem-estar permitir&aacute; que voc&ecirc; tenha um melhor desempenho no trabalho, tenha melhores relacionamentos, um sistema imunol&oacute;gico mais forte, menos problemas de sono, n&iacute;veis mais baixos de desgaste, melhor sa&uacute;de f&iacute;sica e &ndash; voc&ecirc; vai viver mais.<br /><br /><span style="color:rgb(34, 34, 34)">&Oacute;timo! Mas como voc&ecirc; obt&eacute;m felicidade? Essa &eacute; a pergunta dif&iacute;cil, especialmente porque o significado da palavra nem sequer &eacute; cientificamente aceito.</span><br /><br /><span style="color:rgb(34, 34, 34)">&ldquo;A felicidade vem em diferentes tamanhos e sabores&rdquo;, disse o cardiologista Dr. Alan Rozanski, professor de medicina da Escola de Medicina Icahn, no Monte Sinai, que estuda otimismo.</span><br /><br /><em>&#8203;</em><strong><font color="#da8044">&ldquo;Existe o tipo transit&oacute;rio, alimentado por coisas como caminhar em um parque, passar um tempo com um amigo ou tomar aquele sorvete que voc&ecirc; ama&rdquo;, continuou ele. &ldquo;Mas esses sentimentos de felicidade v&ecirc;m e v&atilde;o.&rdquo;</font></strong><br /><br /><span style="color:rgb(128, 128, 128); font-weight:600">&#8203;</span><span>O que cria um sentimento sustentado de felicidade, dizem os especialistas, &eacute; uma mistura de caracter&iacute;sticas como otimismo e resili&ecirc;ncia, alimentadas por comportamentos como expressar gratid&atilde;o, perd&atilde;o e ser gentil com os outros, todos unidos por um forte senso de prop&oacute;sito.</span><br /><br /><span>Acrescente a essa mistura um ingrediente principal: um senso de comunidade caracterizado por relacionamentos calorosos, solid&aacute;rios e satisfat&oacute;rios com os outros.</span><br /><span>&#8203;</span><br /><span>Agora que temos uma receita de trabalho para a felicidade, vamos encontrar os ingredientes.<br /><br /><strong>&#8203;</strong></span><strong>Satisfa&ccedil;&atilde;o das conex&otilde;es sociais</strong><br />"As pessoas que s&atilde;o mais socialmente conectadas &agrave; fam&iacute;lia, aos amigos e &agrave; comunidade s&atilde;o mais felizes, s&atilde;o fisicamente mais saud&aacute;veis &#8203;&#8203;e vivem mais do que as pessoas que s&atilde;o menos bem conectadas&rdquo;, disse o psiquiatra de Harvard Robert Waldinger em sua palestra popular no TEDx . &ldquo;E a experi&ecirc;ncia da solid&atilde;o acaba sendo t&oacute;xica&rdquo;.<br /><br />Waldinger &eacute; o quarto diretor do Harvard Study of Adult Development , que acompanhou a vida de 724 homens de Boston por mais de 75 anos e depois come&ccedil;ou a seguir mais de 2.000 de seus filhos e esposas.<br /><br />Entre os recrutas originais do estudo estavam o presidente John F. Kennedy e o antigo editor do Washington Post, Ben Bradlee.<br /><br />O estudo sem precedentes permitiu que os pesquisadores se aproximassem da determina&ccedil;&atilde;o das principais caracter&iacute;sticas de uma vida feliz.<br /><br />&ldquo;As li&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o sobre riqueza ou fama ou trabalhar cada vez mais&rdquo;, disse Waldinger. &ldquo;A mensagem mais clara que recebemos deste estudo de 75 anos &eacute; a seguinte: bons relacionamentos nos mant&ecirc;m mais felizes e saud&aacute;veis. Ponto final&rdquo;.<br /><br />Voc&ecirc; n&atilde;o precisa ter dezenas de amigos ou at&eacute; estar em um relacionamento comprometido, ele enfatiza.<br />&ldquo;&Eacute; a qualidade do seu relacionamento &iacute;ntimo que importa&rdquo;, disse Waldinger.<br /><br />&ldquo;Casamentos de alto conflito, por exemplo, sem muito carinho, acabam prejudicando nossa sa&uacute;de, talvez pior do que se divorciar. E viver no meio de bons e calorosos relacionamentos &eacute; protetor&rdquo;.<br /><br /><strong>Olhando pelo lado positivo</strong><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)">&#8203;</span>Otimismo e pessimismo s&atilde;o o yin e o yang da felicidade. Otimistas s&atilde;o pessoas que esperam que coisas boas aconte&ccedil;am com elas, enquanto pessimistas esperam que coisas ruins aconte&ccedil;am.<br /><br />Acontece que olhar para o lado positivo da vida &eacute; realmente bom para sua sa&uacute;de. A pesquisa encontrou uma liga&ccedil;&atilde;o direta entre otimismo e um sistema imunol&oacute;gico mais forte , melhor fun&ccedil;&atilde;o pulmonar e sa&uacute;de card&iacute;aca.<br /><br />Uma meta-an&aacute;lise recente de estudos descobriu que, em compara&ccedil;&atilde;o aos pessimistas, um otimista tinha um risco 35% menor de complica&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas graves, como morte card&iacute;aca, derrame ou ataque card&iacute;aco.<br /><br />&ldquo;De fato, quanto mais positiva a pessoa, maior a prote&ccedil;&atilde;o contra ataques card&iacute;acos, derrames e qualquer causa de morte&rdquo;, disse o Monte. Rozanski, do Sinai, que foi o principal autor do estudo.<br /><br />Existem muitas raz&otilde;es pelas quais uma perspectiva positiva pode melhorar sua sa&uacute;de f&iacute;sica e ajud&aacute;-lo a viver mais. Ela reduz o cortisol hormona do stress, que controla os n&iacute;veis de inflama&ccedil;&atilde;o, de a&ccedil;&uacute;car no sangue e press&atilde;o arterial, todos os factores principais no desenvolvimento da doen&ccedil;a.<br /><br />Os otimistas tamb&eacute;m t&ecirc;m melhores h&aacute;bitos de sa&uacute;de. Eles s&atilde;o mais propensos a se exercitar, ter melhores dietas e s&atilde;o menos propensos a fumar.<br /><br />&ldquo;Os otimistas tamb&eacute;m tendem a ter melhores habilidades de enfrentamento e s&atilde;o melhores solucionadores de problemas&rdquo;, disse Rozanski. &ldquo;Eles s&atilde;o melhores no que chamamos de enfrentamento proativo ou antecipa&ccedil;&atilde;o de problemas e, em seguida, adotam medidas proativas para corrigi-los&rdquo;.<br /><br />Quaisquer que sejam as raz&otilde;es, um estudo de 2019 com quase 6.000 pessoas do estudo de Sa&uacute;de e Aposentadoria de Harvard descobriu que os otimistas tinham uma probabilidade 24% maior de manter um envelhecimento saud&aacute;vel.<br /><br />Significado e finalidadeUm senso de prop&oacute;sito e significado em sua vida &eacute; uma grande parte de uma vida mais longa e feliz, de acordo com o professor de psicologia Lyle Ungar, que desenvolveu o que chama de Mapa do Bem-Estar. Ele avalia cada munic&iacute;pio dos EUA com fatores psicol&oacute;gicos como abertura, confian&ccedil;a, simpatia e neuroticismo.<br /><br />&ldquo;Voc&ecirc; tem um emprego ou um chamado que faz algum sentido?&rdquo; Ungar perguntou em uma entrevista &agrave; CNN no ano passado. &ldquo;O caminho para a felicidade n&atilde;o &eacute; escolher ser feliz, &eacute; encontrar sentido na vida. Seja volunt&aacute;rio, passe algum tempo em uma institui&ccedil;&atilde;o de caridade, d&ecirc; algo de si mesmo. As pessoas que est&atilde;o indo bem dessa maneira est&atilde;o vivendo mais.&rdquo;<br /><br />Lord Richard Layard, um dos economistas mais importantes da Gr&atilde;-Bretanha e autor de v&aacute;rios livros sobre felicidade, tamb&eacute;m acredita que, para nos fazermos felizes, devemos nos concentrar no bem-estar dos outros.<br />&ldquo;Uma sociedade n&atilde;o pode florescer sem um senso de prop&oacute;sito comum&rdquo;, ele escreve em seu livro de refer&ecirc;ncia, &ldquo;Felicidade: li&ccedil;&otilde;es de uma nova ci&ecirc;ncia&rdquo;.<br /><br />&ldquo;Se seu &uacute;nico dever &eacute; conseguir o melhor para si mesmo, a vida se torna estressante demais e solit&aacute;ria &ndash; voc&ecirc; est&aacute; preparado para fracassar. Em vez disso, precisa sentir que existe para algo maior, e esse pr&oacute;prio pensamento tira algumas das a press&atilde;o.&rdquo;<br /><br />EspiritualidadeEstudos do Pew Research Center mostram que pessoas ativamente religiosas s&atilde;o mais propensas do que pessoas menos ou n&atilde;o religiosas a se descreverem como &ldquo;muito felizes&rdquo;. Elas tamb&eacute;m compartilham algumas caracter&iacute;sticas que poderiam melhorar suas chances de ter uma vida mais longa e feliz: s&atilde;o menos propensas a fumar e beber e mais propensas a ingressar em clubes e ser volunt&aacute;rias em institui&ccedil;&otilde;es de caridade.<br /><br />&ldquo;Estou surpreso com o qu&atilde;o boa &eacute; a religi&atilde;o para as pessoas&rdquo;, disse Ungar. &ldquo;As pessoas religiosas s&atilde;o mais agrad&aacute;veis, s&atilde;o mais felizes, vivem mais.&rdquo;<br /><br />N&atilde;o precisa ser uma religi&atilde;o tradicional. Layard ressalta que pr&aacute;ticas espirituais que v&atilde;o da medita&ccedil;&atilde;o &agrave; psicologia positiva e &agrave; terapia cognitiva tamb&eacute;m podem alimentar uma vida interior.<br /><br /><strong>Florescendo com PERMA</strong><br />O psic&oacute;logo da Universidade da Pensilv&acirc;nia, Martin Seligman, que co-fundou o campo da psicologia positiva, desenvolveu uma teoria que ele acredita que permitir&aacute; o bem-estar, que alguns especialistas argumentam ser um objetivo melhor do que a felicidade.<br /><br />Seligman desenvolveu cinco elementos fundamentais para o bem-estar que ele chama de &ldquo;PERMA &ldquo;. Cada um deles &eacute; independente dos outros e deve ser perseguido &ldquo;por si s&oacute;, n&atilde;o como um meio para atingir um fim&rdquo;.<br /><br /><strong>&ldquo;P&rdquo;</strong> significa emo&ccedil;&atilde;o&nbsp;<span style="font-weight:700">positiva</span>, que voc&ecirc; pode cultivar na esperan&ccedil;a para o futuro e em uma aprecia&ccedil;&atilde;o pelo passado. Ao praticar gratid&atilde;o pelo que lhe foi dado e perd&atilde;o pelo que n&atilde;o foi, Seligman sente que pode criar emo&ccedil;&otilde;es positivas sobre o seu passado. Crie esperan&ccedil;a e otimismo, ele diz, e voc&ecirc; cria emo&ccedil;&otilde;es positivas sobre o seu futuro.<br /><br /><strong>&ldquo;E&rdquo;</strong> &eacute; para o&nbsp;<span style="font-weight:700">engajamento</span>, que ele define como usar totalmente todas as suas habilidades, pontos fortes e aten&ccedil;&atilde;o em uma tarefa desafiadora. Fazer isso, ele diz, colocar&aacute; voc&ecirc; no &ldquo;fluxo&rdquo;, uma esp&eacute;cie de vers&atilde;o mental da &ldquo;zona&rdquo; do atleta.<br /><br /><strong>&ldquo;R&rdquo;</strong> &eacute; para&nbsp;<span style="font-weight:700">relacionamentos</span>&nbsp;e a import&acirc;ncia cr&iacute;tica que eles t&ecirc;m em nossas vidas para amplificar nossos sentimentos positivos e negativos.<br /><br /><strong>&ldquo;M&rdquo;</strong> &eacute; para&nbsp;<span style="font-weight:700">meaning</span>&nbsp;(significado em ingl&ecirc;s), um senso de prop&oacute;sito de fazer parte de algo maior que n&oacute;s mesmos. Ele aponta para causas religiosas, familiares e sociais, como trabalhar por um ambiente melhor, como formas de aumentar o significado de nossas vidas. Pesquisas mostram que atos de bondade para com os outros tamb&eacute;m podem aumentar nosso bem-estar.<br />&#8203;<br /><strong>&ldquo;A&rdquo;</strong> &eacute; para&nbsp;<span style="font-weight:700">accomplishment</span>&nbsp;(realiza&ccedil;&atilde;o em ingl&ecirc;s). Isso n&atilde;o &eacute; necessariamente sucesso financeiro, mas sucesso e dom&iacute;nio de uma habilidade ou atividade por si s&oacute;.<br />&#8203;<br />Ou, como o Dalai Lama disse: &ldquo;Felicidade n&atilde;o &eacute; algo j&aacute; feito. Vem de suas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es&rdquo;.<br /><br />Por&nbsp;<a href="https://www.pensarcontemporaneo.com/">pensarcontemporaneo.com</a><br /><br /></div>  <div class="paragraph">Clique aqui para editar.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[As avós desempenharam um papel crucial na evolução humana]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/as-avos-desempenharam-um-papel-crucial-na-evolucao-humana]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/as-avos-desempenharam-um-papel-crucial-na-evolucao-humana#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 12:12:57 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/as-avos-desempenharam-um-papel-crucial-na-evolucao-humana</guid><description><![CDATA[       Por muitos anos, antrop&oacute;logos e bi&oacute;logos evolucion&aacute;rios n&atilde;o foram capazes de explicar o &ldquo;porqu&ecirc;&rdquo; da menopausa.Como poderia ser ben&eacute;fico para as mulheres deixar de poder ter filhos, quando ainda restam d&eacute;cadas para viver? A menopausa tamb&eacute;m &eacute; um est&aacute;gio &uacute;nico presente apenas na vida humana, n&atilde;o &eacute; compartilhada com nossos parentes primatas.Um&nbsp;estudo recente publicado na revista Proceed [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/maxresdefault_1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Por muitos anos, antrop&oacute;logos e bi&oacute;logos evolucion&aacute;rios n&atilde;o foram capazes de explicar o &ldquo;porqu&ecirc;&rdquo; da menopausa.<br />Como poderia ser ben&eacute;fico para as mulheres deixar de poder ter filhos, quando ainda restam d&eacute;cadas para viver? A menopausa tamb&eacute;m &eacute; um est&aacute;gio &uacute;nico presente apenas na vida humana, n&atilde;o &eacute; compartilhada com nossos parentes primatas.<br /><br />Um&nbsp;estudo recente publicado na revista Proceedings da Royal Society B&nbsp;explica como responder a &lsquo;por que a menopausa&rsquo; &eacute; a necessidade da mulher de ser av&oacute; e como esse tem sido um papel crucial na evolu&ccedil;&atilde;o humana.<br />A hip&oacute;tese da av&oacute; explica que &ldquo;a av&oacute; foi o passo inicial para nos tornar quem somos&rdquo;.<br /><br />Kristen Hawkes, antrop&oacute;loga da Universidade de Utah e principal autora deste estudo publicado, explica que a av&oacute; nos ajudou a desenvolver &ldquo;toda uma gama de capacidades sociais que s&atilde;o a base para a evolu&ccedil;&atilde;o de outras caracter&iacute;sticas distintamente humanas, incluindo a uni&atilde;o de pares, c&eacute;rebros maiores, aprendendo novas habilidades e nossa tend&ecirc;ncia para a coopera&ccedil;&atilde;o &rdquo;.<br /><br />&#8203;Hawkes trabalhou ao lado de&nbsp;Peter Kim, um bi&oacute;logo matem&aacute;tico da Universidade de Sydney, e tamb&eacute;m de James Coxworth, um antrop&oacute;logo de Utah. Juntos, eles prepararam simula&ccedil;&otilde;es de computador para fornecer evid&ecirc;ncias matem&aacute;ticas da&nbsp;hip&oacute;tese da av&oacute;.<br /><br />Eles simularam o que aconteceria com a vida &uacute;til de uma esp&eacute;cie hipot&eacute;tica de primata se introduzissem a menopausa e as av&oacute;s &ndash; como parte de uma estrutura social.<br /><br />Os chimpanz&eacute;s geralmente vivem entre 35 e 45 anos em seu habitat natural. Ap&oacute;s seus anos f&eacute;rteis, &eacute; raro que eles sobrevivam. Para esta simula&ccedil;&atilde;o, os pesquisadores deram a 1% da popula&ccedil;&atilde;o feminina de chimpanz&eacute;s uma predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica para per&iacute;odos de vida e menopausa semelhantes aos humanos.<br /><br />Como as av&oacute;s nos ajudariam a viver mais tempo? H&aacute; muitas vantagens de ter uma av&oacute; e morar perto dela. Ela ajuda a coletar e fornecer alimentos, alimenta as crian&ccedil;as e permite que as m&atilde;es tenham mais filhos. As av&oacute;s s&atilde;o cuidadoras suplementares e, como este estudo sugere &ndash; elas desempenham um papel crucial na evolu&ccedil;&atilde;o humana.<br />Sem a menopausa, as mulheres mais velhas poderiam continuar a ter filhos, em vez de agir como av&oacute;s. Todas as crian&ccedil;as dependeriam unicamente de suas m&atilde;es para sobreviver. Do ponto de vista evolutivo, as av&oacute;s trabalham para aumentar a taxa de sobreviv&ecirc;ncia das crian&ccedil;as, em vez de gastar mais energia produzindo suas pr&oacute;prias.<br /><br />Hawkes tamb&eacute;m argumenta que as rela&ccedil;&otilde;es sociais que acompanham a av&oacute; poderiam ter contribu&iacute;do para c&eacute;rebros maiores e outras caracter&iacute;sticas que distinguem os humanos: &ldquo;Se voc&ecirc; &eacute; um beb&ecirc; chimpanz&eacute;, gorila ou orangotango, sua m&atilde;e est&aacute; pensando em nada al&eacute;m de voc&ecirc;&rdquo;, diz ela.<br /><br />&ldquo;Mas se voc&ecirc; &eacute; um beb&ecirc; humano, sua m&atilde;e tem outros filhos com quem est&aacute; se preocupando, e isso significa que agora h&aacute; uma sele&ccedil;&atilde;o em voc&ecirc; &ndash; que n&atilde;o estava em nenhum outro macaco &ndash; para envolv&ecirc;-la muito mais ativamente: &lsquo;M&atilde;e! Preste aten&ccedil;&atilde;o em mim!'&rdquo;<br /><br />Como Hawkes compartilha: &ldquo;A av&oacute; nos deu o tipo de educa&ccedil;&atilde;o que nos tornou mais dependentes um do outro socialmente e propensos a atrair a aten&ccedil;&atilde;o um do outro.&rdquo; Essa tend&ecirc;ncia tamb&eacute;m foi encontrada para impulsionar o aumento do tamanho do c&eacute;rebro, juntamente com maior expectativa de vida e menopausa.<br /><br />Esse pode ser apenas outro motivo para agradecer ou pensar em sua av&oacute;, embora essa simula&ccedil;&atilde;o ap&oacute;ie a ideia de que as av&oacute;s ajudam a desenvolver habilidades sociais e vidas mais longas, qualquer pessoa que tenha sido pr&oacute;xima da av&oacute; quando crescer j&aacute; deve saber disso.<br />&#8203;<br />N&atilde;o h&aacute; nada como o amor das av&oacute;s. Ela desempenha um papel essencial em nossa educa&ccedil;&atilde;o e ajuda as fam&iacute;lias a prosperar, sobreviver e superar os tempos dif&iacute;ceis.<br /><br />Por <a href="https://www.pensarcontemporaneo.com/">pensarcontemporaneo.com</a><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O que motiva nossas escolhas?]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-que-motiva-nossas-escolhas]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-que-motiva-nossas-escolhas#comments]]></comments><pubDate>Wed, 28 Aug 2019 14:15:17 GMT</pubDate><category><![CDATA[Prop&oacute;sito]]></category><category><![CDATA[Vida Significativa]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-que-motiva-nossas-escolhas</guid><description><![CDATA[         Acredito que uma das maiores contribui&ccedil;&otilde;es da Comunica&ccedil;&atilde;o N&atilde;o-Violenta est&aacute; em aprendermos a fazer escolhas conscientes, baseadas na inten&ccedil;&atilde;o do que queremos construir e cultivar em nossas vidas e n&atilde;o naquilo que queremos evitar.Essa inten&ccedil;&atilde;o construtiva s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel quando temos consci&ecirc;ncia do que &eacute; importante para n&oacute;s. Quando entramos em contato com nossa motiva&ccedi [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/se-vooce-nao-faz-escolha-a-vida-faz-por-voce-1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">Acredito que uma das maiores contribui&ccedil;&otilde;es da Comunica&ccedil;&atilde;o N&atilde;o-Violenta est&aacute; em aprendermos a fazer escolhas conscientes, baseadas na inten&ccedil;&atilde;o do que queremos construir e cultivar em nossas vidas e n&atilde;o naquilo que queremos evitar.<br /><br />Essa inten&ccedil;&atilde;o construtiva s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel quando temos consci&ecirc;ncia do que &eacute; importante para n&oacute;s. Quando entramos em contato com nossa motiva&ccedil;&atilde;o original, algo bem mais profundo nos energiza e nos encoraja a viver com mais autenticidade.<br /><br />O contr&aacute;rio de viver em autenticidade seria fazer algo porque<em>&nbsp;&ldquo;temos de&rdquo;</em>, por que esperam algo de n&oacute;s, porque precisamos nos encaixar em certos padr&otilde;es buscando a aprova&ccedil;&atilde;o dos outros ou ainda porque aceitamos a ideia de que existe um jeito certo e errado de se fazer as coisas.<br /><br />Voc&ecirc; j&aacute; parou pra pensar nas atividades que detesta fazer, mas continua fazendo assim mesmo, porque acredita que n&atilde;o tem escolha?<br /><br />Esse tipo de pensamento &eacute; uma forma de viol&ecirc;ncia contra n&oacute;s mesmos, nos enfraquece, diminui nossa potencialidade e nossa energia vital.<br /><br />&Eacute; comum usarmos algumas formas de linguagem que nos nega essa possibilidade de escolha, como por exemplo,&nbsp;<span style="font-weight:600">eu deveria, eu tenho de, n&atilde;o posso, esperam que eu fa&ccedil;a, estou cumprindo ordens</span>&nbsp;e por a&iacute; vai.<br /><br />Essas express&otilde;es nos vitimizam e nos afastam da responsabilidade pelos nossos comportamentos e atitudes. Ficamos como rob&ocirc;s, automatizados, renunciamos &agrave; vida em n&oacute;s, aos nossos talentos &uacute;nicos e a uma maneira mais criativa de contribuir com o mundo atrav&eacute;s de nossa autenticidade.<br /><br />Um jeito de transformamos esse tipo de comportamento &eacute; encontrarmos a verdadeira motiva&ccedil;&atilde;o por tr&aacute;s de nossas a&ccedil;&otilde;es e a partir da&iacute; fazer escolhas motivadas pelo prazer e pela inten&ccedil;&atilde;o de melhorar a vida e n&atilde;o por medo, culpa, vergonha, dever ou obriga&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Em seu livro, Comunica&ccedil;&atilde;o N&atilde;o-Violenta, Marshall Rosenberg diz que esses sentimentos est&atilde;o associados a ideia de que<em>&nbsp;&ldquo;temos de&rdquo;</em>&nbsp;fazer algo e prop&otilde;e&nbsp; o exerc&iacute;cio de &nbsp;trocarmos essa &nbsp;express&atilde;o&nbsp; por&nbsp;<em>&nbsp;&ldquo;escolho fazer&rdquo;</em>&nbsp;________(a&ccedil;&otilde;es) porque ________(valores/necessidades).<br /><br /><span style="font-weight:600">Exemplo:</span><br /><em>&ldquo;Eu tenho de fazer um controle mensal das minhas despesas pessoais.&rdquo;</em>&nbsp;Essa &eacute; uma das tarefas que mais detesto fazer, mas primeiramente preciso reconhecer que escolhi faz&ecirc;-la, ningu&eacute;m me obrigou.<br /><br />Depois de reconhecer que escolhi fazer isso, entro em contato com a motiva&ccedil;&atilde;o por tr&aacute;s da escolha completando:<em>&nbsp;&ldquo;Escolho fazer o controle mensal das minhas despesas pessoais, porque quero ter&nbsp;<span style="font-weight:600">sustentabilidade e previsibilidade</span>&nbsp;na minha vida financeira.&rdquo;<br /></em><br />Agora sabendo o que me motiva posso optar por continuar fazendo eu mesma esse controle ou at&eacute; pensar em outras estrat&eacute;gias que cuidem dessas minhas necessidades. Quem sabe pedir apoio ou contratar algu&eacute;m?<br /><br />Esse exerc&iacute;cio nos ajuda a investigar quais valores importantes est&atilde;o por tr&aacute;s das escolhas que fazemos. Marshall diz quando ganhamos clareza a respeito das necessidades que est&atilde;o sendo atendidas por nossas a&ccedil;&otilde;es, podemos sentir estas como prazerosas, mesmo quando envolvem trabalho duro, desafios ou frustra&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<br /><br />Nossas a&ccedil;&otilde;es passam a ser conscientes e dessa forma entendemos que temos escolhas e podemos seguir fazendo o que fazemos ou podemos encontrar outras maneiras de cuidar de n&oacute;s para satisfazer essas necessidades.<br /><br />Um aspecto importante que seria &uacute;til atentarmos ao buscar descobrir as motiva&ccedil;&otilde;es por tr&aacute;s de nossas a&ccedil;&otilde;es, &eacute; que elas podem estar associadas a um tipo de recompensa extr&iacute;nseca, ou seja, quando fazemos algo para sermos recompensados ou para n&atilde;o sermos punidos. A puni&ccedil;&atilde;o ou a recompensa podem ser o gatilho que nos impulsiona a fazer algo. N&atilde;o gostamos do que fazemos, mas gostamos da recompensa que aquilo pode nos trazer, mesmo que fa&ccedil;amos a tarefa sem prazer ou por obriga&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Algumas motiva&ccedil;&otilde;es extr&iacute;nsecas podem ser por dinheiro, aprova&ccedil;&atilde;o dos outros, e mais uma vez para<span style="font-weight:600">&nbsp;evitar puni&ccedil;&atilde;o, por vergonha, por culpa e por dever.<br /></span><br />Bren&eacute; Brown, pesquisadora sobre os sentimentos de vergonha e culpa, em seu livro &ldquo;A coragem de ser imperfeito&rdquo; cita que:<br /><br /><em>&ldquo;A vergonha s&oacute; triunfa nos sistemas em que as pessoas desistem de se comprometer com algo para se protegerem. Quando estamos desmotivados, n&oacute;s n&atilde;o nos mostramos, n&atilde;o contribu&iacute;mos e deixamos de nos importar.&rdquo;</em><br />Ela ainda nos faz algumas provoca&ccedil;&otilde;es a respeito de como fazemos nossas escolhas:<br />&#8203;<br /><em>&ldquo;Minhas escolhas est&atilde;o confortando e alimentando meu esp&iacute;rito ou s&atilde;o alimentos tempor&aacute;rios da vulnerabilidade e das emo&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que acabam esgotando minhas energias? Minhas escolhas levam a plenitude ou fazem com que eu me sinta vazio e carente?&rdquo;<br /></em><br />Brown conclui que o verdadeiro comprometimento espiritual n&atilde;o &eacute; constru&iacute;do sobre a submiss&atilde;o, mas &eacute; produto do<span style="font-weight:600">&nbsp;amor, da aceita&ccedil;&atilde;o e da vulnerabilidade.<br /><br /></span>Por Cristiane de Paula &ndash; Coach, Mediadora de Conflitos e Facilitadora de CNV<br /><a href="http://www.tecendodialogos.com.br" target="_blank">www.tecendodialogos.com.br</a><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Porque nos comparamos?]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/porque-nos-comparamos]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/porque-nos-comparamos#comments]]></comments><pubDate>Wed, 21 Aug 2019 12:37:30 GMT</pubDate><category><![CDATA[Vida Significativa]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/porque-nos-comparamos</guid><description><![CDATA[         Dia desses andando de Metr&ocirc;, fiquei observando admirada aquela enorme quantidade de gente entre os sobes e desces das escadas rolantes, era muita diversidade.&nbsp;&nbsp; Pensei que apesar de termos similaridades como seres humanos, n&oacute;s somos todos muito diferentes, seja em personalidade, caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas, comportamentais, culturais, s&atilde;o muitas as vari&aacute;veis que nos tornam seres incrivelmente &uacute;nicos e especiais.Mas ser&aacute; que em [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/e-se-a-vida-se-tornar-uma-barra-que-seja-de-chocolate-2_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">Dia desses andando de Metr&ocirc;, fiquei observando admirada aquela enorme quantidade de gente entre os sobes e desces das escadas rolantes, era muita diversidade.&nbsp;&nbsp; Pensei que apesar de termos similaridades como seres humanos, n&oacute;s somos todos muito diferentes, seja em personalidade, caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas, comportamentais, culturais, s&atilde;o muitas as vari&aacute;veis que nos tornam seres incrivelmente &uacute;nicos e especiais.<br /><br />Mas ser&aacute; que em nosso dia-a-dia cultivamos e valorizamos essas nossas particularidades? Ser&aacute; que temos a coragem de assumir quem somos em meio &agrave; multid&atilde;o?<br /><br />Ser a gente mesmo, numa sociedade que nos motiva a acreditar que n&atilde;o temos e n&atilde;o somos o suficiente, tentando nos vender o tempo inteiro receitas e padr&otilde;es de perfei&ccedil;&atilde;o e felicidade, me parece um desafio e tanto.<br /><br />A correria do dia-a-dia e nossa rotina repleta de afazeres e compromissos tamb&eacute;m pode nos levar ao esquecimento de quem somos e do que &eacute; importante para n&oacute;s.<br /><br />Condicionados a procurar a felicidade fora, nossa refer&ecirc;ncia do que &eacute; importante pode passar a ser a vida dos outros e ca&iacute;mos na grande armadilha de nos compararmos em busca de defini&ccedil;&atilde;o do que &eacute; certo ou errado.<br /><br />Curiosa por compreender um pouco mais sobre esse comportamento t&atilde;o humano fui buscar por teorias que explicassem porque nos comparamos uns aos outros.<br /><br />Uma das primeiras explica&ccedil;&otilde;es que encontrei foi desenvolvida pelo psic&oacute;logo americano Leon Festinger (1919-1989), chamada Teoria da Compara&ccedil;&atilde;o Social.<br /><br />Festinger prop&otilde;e que em todas as pessoas existe uma tend&ecirc;ncia para avaliar suas pr&oacute;prias opini&otilde;es e aptid&otilde;es pessoais, por&eacute;m por se tratar de algo subjetivo, pois n&atilde;o existe uma m&eacute;trica ou um meio objetivo e pr&aacute;tico de se fazer essa avalia&ccedil;&atilde;o, acabamos por usar a opini&atilde;o e aptid&atilde;o dos outros como forma de compara&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Esse tipo de comportamento se fundamenta na obedi&ecirc;ncia a h&aacute;bitos e padr&otilde;es de comportamentos impostos pela sociedade que nos leva a pensar: &ldquo;Se eu me adequar, for correto e fizer tudo perfeitamente serei aceito, reconhecido e amado&rdquo;.<br /><br />Essa tend&ecirc;ncia em nos compararmos cria em n&oacute;s uma ilus&atilde;o de que somos superiores ou inferiores e as m&iacute;dias sociais tamb&eacute;m potencializam esse tipo de pensamento nos levando a crer que um mundo ideal &eacute; poss&iacute;vel.<br /><br />O Prof. Pedro Calabrez, Ph.D em Psiquiatria e Psicologia M&eacute;dica pelo Laborat&oacute;rio de Neuroci&ecirc;ncias Cl&iacute;nicas da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, explica: &ldquo;essa tend&ecirc;ncia que n&oacute;s seres humanos temos de nos comparar&nbsp; a outras pessoas &eacute; algo milenar e tem ra&iacute;zes biol&oacute;gicas. O ser humano &eacute; a esp&eacute;cie mais social da natureza e n&atilde;o &eacute; &agrave; toa que a maioria de nossos pensamentos seja sobre outras pessoas.&nbsp; Nosso c&eacute;rebro &eacute; biologicamente social, o que significa que n&oacute;s somos programados para viver em grupo e pensar sobre os outros&rdquo;.<br /><br />&ldquo;Diferente dos outros filhotes o beb&ecirc; humano nasce extremamente fr&aacute;gil e depende dos outros por mais tempo para garantir sua sobreviv&ecirc;ncia. Sua necessidade b&aacute;sica quando nasce &eacute; de que exista algu&eacute;m que cuide dele. Isso significa que dependemos de outros seres humanos para sobreviver e n&atilde;o &eacute; &agrave; toa que a principal vari&aacute;vel para a felicidade humana seja a qualidade das nossas rela&ccedil;&otilde;es. Isso &eacute; uma prova cabal de que temos um c&eacute;rebro social&rdquo;.<br />Portanto, pensar sobre os outros n&atilde;o &eacute; algo que surgiu com a modernidade, mas dor e sofrimento podem surgir quando esses pensamentos sobre outros s&atilde;o para nos compararmos a eles.&nbsp;<br /><br />Talvez inconscientemente esse tipo de pensamento nos leve a acreditar que &ldquo;<em>se eu for o que outro quer que eu seja</em>&rdquo; ou &ldquo;<em>se eu for como a maioria das pessoas&rdquo;</em>&nbsp;isso satisfar&aacute; minhas necessidades de&nbsp;<span style="font-weight:600">pertencimento, inclus&atilde;o, reconhecimento e amor</span>, sendo que pra isso acontecer preciso me &ldquo;encaixar&rdquo; no que &eacute; comum e aceito pela maioria ou pelo grupo que quero pertencer.<br /><br />Isso est&aacute; t&atilde;o profundamente interiorizado em nossas cren&ccedil;as, que reproduzimos esse tipo de pensamento o tempo inteiro, seja com a gente mesmo, ao nos culparmos por n&atilde;o sermos o que dever&iacute;amos ser, ou culpando os outros por n&atilde;o serem como gostar&iacute;amos que fossem.<br /><br />Para sairmos desse impasse, a&nbsp;<span style="font-weight:600">n&atilde;o-viol&ecirc;ncia</span>&nbsp;nos oferece uma alternativa, deixarmos de consultar inst&acirc;ncias exteriores para saber o que &eacute; certo ou errado e entrarmos em contato com a nossa vulnerabilidade, desistindo de sermos perfeitos e come&ccedil;ando o trabalho de sermos n&oacute;s mesmos, nos responsabilizando pelo que&nbsp; precisamos e queremos.<br /><br />Vamos entender que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel comparar coisas padroniz&aacute;veis e seres humanos n&atilde;o s&atilde;o coisas. Os outros poder&atilde;o nos servir como inspira&ccedil;&atilde;o e admira&ccedil;&atilde;o, nunca como compara&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Portanto o perfeccionismo &eacute; focado nos outros, j&aacute; a autenticidade &eacute; focada em n&oacute;s mesmos. O perfeccionismo tem a ver com a nossa percep&ccedil;&atilde;o e com as hist&oacute;rias idealizadas que nos contamos. A compara&ccedil;&atilde;o &eacute; uma forma de julgamento que s&oacute; revela a apar&ecirc;ncia e nunca a realidade e a complexidade que &eacute; a vida de cada um.<br /><br />A nossa medida de compara&ccedil;&atilde;o deixar&aacute; de ser o outro quando usarmos nossos pr&oacute;prios sentimentos e necessidades como refer&ecirc;ncia. Ent&atilde;o nosso foco de aten&ccedil;&atilde;o e energia passa a estar sobre o que est&aacute; sob nosso controle, ou seja, n&oacute;s mesmos. Desse modo passamos a exercitar a autonomia e a responsabilidade por nossas escolhas.<br />&#8203;<br />Quando consigo me aceitar do jeito que sou, me tratando com mais respeito e gentileza, reconhecendo meus talentos, limita&ccedil;&otilde;es e toda minha complexidade, exercito a autocompaix&atilde;o. Assim a vida ganha mais leveza e passo a encarar cada passo como uma oportunidade de me experimentar em algo novo e aprender com isso.<br /><br />Por&nbsp;<span>Cristiane de Paula Coach, Mediadora de Conflitos e Facilitadora de CNV<br /><a href="http://www.tecendodialogos.com.br" target="_blank">www.tecendodialogos.com.br</a></span></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A atitude é contagiante: vamos nos cercar daqueles que fazem emergir o melhor de nós]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/a-atitude-e-contagiante-vamos-nos-cercar-daqueles-que-fazem-emergir-o-melhor-de-nos]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/a-atitude-e-contagiante-vamos-nos-cercar-daqueles-que-fazem-emergir-o-melhor-de-nos#comments]]></comments><pubDate>Wed, 21 Aug 2019 12:25:53 GMT</pubDate><category><![CDATA[Otimismo]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/a-atitude-e-contagiante-vamos-nos-cercar-daqueles-que-fazem-emergir-o-melhor-de-nos</guid><description><![CDATA[           &#8203;A atitude &eacute; o elemento mais importante que mostramos aos outros, por isso &eacute; bom ter cuidado para que ningu&eacute;m ridicularize suas inten&ccedil;&otilde;es, que ningu&eacute;m considere suas for&ccedil;as e esperan&ccedil;as &ldquo;imposs&iacute;veis&rdquo;. N&atilde;o os deixe desencadear suas ansiedades, fazendo voc&ecirc; acreditar que &ldquo;voc&ecirc; n&atilde;o vale nada, voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; capaz ou voc&ecirc; n&atilde;o merece isso&rdquo;.Noss [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/pessoas-felizes-1200x675_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">&#8203;A atitude &eacute; o elemento mais importante que mostramos aos outros, por isso &eacute; bom ter cuidado para que ningu&eacute;m ridicularize suas inten&ccedil;&otilde;es, que ningu&eacute;m considere suas for&ccedil;as e esperan&ccedil;as &ldquo;imposs&iacute;veis&rdquo;. N&atilde;o os deixe desencadear suas ansiedades, fazendo voc&ecirc; acreditar que &ldquo;voc&ecirc; n&atilde;o vale nada, voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; capaz ou voc&ecirc; n&atilde;o merece isso&rdquo;.<br /><br />Nossa atitude tem um enorme peso em nossa capacidade de influenciar o que acontece conosco. Portanto, n&atilde;o permita que tomem o que h&aacute; de melhor em voc&ecirc;.<br /><br />Um aspecto assumido por muitos livros de auto-ajuda &eacute; a tentativa de nos orientarmos para o sucesso, em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;quele triunfo externo que nos permite ser reconhecidos pelos outros pela nossa coragem, por nossas compet&ecirc;ncia e capacidade. Precisamos esclarecer: em vez de um &ldquo;sucesso externo&rdquo;, o que devemos alcan&ccedil;ar &eacute; uma calma interior.<br /><br />&ldquo;Uma pessoa feliz n&atilde;o &eacute; uma pessoa em determinada situa&ccedil;&atilde;o, e sim uma pessoa com certas atitudes.&rdquo;<br />-Hugh Downs-<br /><br />As habilidades contam, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas. Provar que somos capazes de concluir uma tarefa &eacute; certamente muito gratificante. No entanto, o que realmente importa s&atilde;o as nossas atitudes, porque elas marcam a diferen&ccedil;a entre um dia lindo e um dia ruim. Elas sempre nos d&atilde;o otimismo quando tudo d&aacute; errado, elas nos permitem acreditar em n&oacute;s mesmos.<br /><br />&ldquo;Eu valho a pena, eu sei como fazer e eu mere&ccedil;o isso.&rdquo; S&atilde;o essas tr&ecirc;s &ldquo;ra&iacute;zes&rdquo; que devem alimentar nossa atitude di&aacute;ria, com as quais devemos viver juntos do caf&eacute; da manh&atilde;. E, no entanto, h&aacute; momentos em que a mentalidade negativa, catastr&oacute;fica e at&eacute; mesmo venenosa de algumas pessoas ao nosso redor pode comprometer seriamente nosso modo de encarar a vida, tornando-a profundamente inst&aacute;vel.<br /><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)">Nossa atitude: uma decis&atilde;o pessoal<br /><br />&#8203;</span>A oferta editorial de livros sobre felicidade e desenvolvimento pessoal cresce a cada ano. Apesar disso, a OMS nos alerta que a depress&atilde;o logo se tornar&aacute; o principal problema de sa&uacute;de do mundo.<br /><br />Educamos nossos filhos para serem competentes em ci&ecirc;ncia, matem&aacute;tica, tecnologia e at&eacute; mesmo em linguagem de programa&ccedil;&atilde;o, mas esquecemos de ensin&aacute;-los a tolerar a frustra&ccedil;&atilde;o, a administrar suas esferas emocionais, assim como seus momentos de raiva e tristeza &hellip;<br /><br />Ningu&eacute;m explica o conceito de atitude ou como &ldquo;acreditar em si mesmo&rdquo;. N&oacute;s n&atilde;o conhecemos estes conceitos porque na escola fomos ensinados apenas a saber identificar o sujeito e o predicado dentro de uma frase, a encontrar o m&iacute;nimo m&uacute;ltiplo comum ou a acreditar que &eacute; suficiente ser bom, respeitoso e fazer boas anota&ccedil;&otilde;es para a felicidade, como uma promessa na conclus&atilde;o de um contrato que assinamos quando somos pequenos.<br /><br />N&atilde;o &eacute; de surpreender que, mais cedo ou mais tarde, descobrimos que nossas boas inten&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o suficientes para alcan&ccedil;ar o sucesso. Percebemos que, se algu&eacute;m n&atilde;o acredita em n&oacute;s, desmoronamos como uma vela derrotada pelo vento.<br /><br />Percebemos tamb&eacute;m que a sociedade nos oferece uma boa educa&ccedil;&atilde;o, mas adia nossas oportunidades deixando-nos em uma sala de espera sem sa&iacute;da. Nessa sala, estamos juntos com outras pessoas que, como n&oacute;s, est&atilde;o esperando, sendo infectadas com suas esperan&ccedil;as v&atilde;s, seu catastrofismo, sua auto-estima vazia ao copiar e colar.<br />Mais cedo ou mais tarde, percebemos o quanto estamos &ldquo;doentes&rdquo;, infectados pelo des&acirc;nimo e pela passividade, obscurecidos por uma mente que se deixa conduzir pelo piloto autom&aacute;tico da negatividade dos outros.<br /><br />N&oacute;s acabamos percebendo a atitude como uma decis&atilde;o impessoal, aquela que nos atrai para jardins secos e desolados onde nada cresce, e ent&atilde;o nos lembra que n&atilde;o merecemos ficar l&aacute;, que devemos recuperar coragem, energia e alma para alcan&ccedil;ar todos os objetivos que estamos l&aacute;. definir.<br /><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)">Os tr&ecirc;s componentes de uma atitude forte e corajosa</span><br /><br />Costuma-se dizer que ter uma atitude positiva n&atilde;o ser&aacute; suficiente para resolver todos os nossos problemas, no entanto, precisamos irritar mais de uma pessoa, que com sua mentalidade quadrada e seus pensamentos limitantes n&atilde;o fazem nada al&eacute;m de colocar cercas nossos sonhos e trazer tempestade em nossos dias ensolarados.<br /><br />Al&eacute;m de tudo, o que precisamos considerar &eacute; como a atitude &eacute; um valor pessoal para trabalhar todos os dias. Porque quando menos esperamos, pode vacilar ou, pior ainda, enfraquecer devido &agrave; influ&ecirc;ncia prejudicial dessas pessoas.<br /><br />Tudo o que temos a fazer &eacute; lembrar os tr&ecirc;s componentes que apoiam, formam e nutrem uma atitude forte:<ul><li>Compromisso: uma boa atitude exige um compromisso firme consigo mesmo, com as pr&oacute;prias inten&ccedil;&otilde;es, metas, valores e objetivos.</li><li>Autocontrole: para realizar um sonho, para alcan&ccedil;ar um objetivo precioso, devemos assumir o controle de nossa realidade, seja o que for que esteja sendo jogado contra ela. Se cometermos um erro, a responsabilidade deve ser s&oacute; nossa. N&oacute;s n&atilde;o damos responsabilidade a ningu&eacute;m, em vez disso adotamos uma atitude ativa, positiva e corajosa.</li></ul><br />&#8203;O &uacute;ltimo aspecto que ajuda a moldar nossa atitude &eacute; o desafio. Este &eacute; um aspecto que n&atilde;o podemos deixar de fora, porque a vida continuar&aacute; a nos colocar na frente n&atilde;o apenas um, mas dez ou talvez cem desafios todos os dias. Precisamos ver essas provas como oportunidades de aprendizado para promover nosso crescimento pessoal, nossa vida, nosso sentimento de que somos verdadeiros protagonistas de nosso bem-estar.<br /><br />&#8203;<span>&#8203;Por&nbsp;</span><a href="http://www.pensarcontemporaneo.com/" target="_blank">www.pensarcontemporaneo.com</a><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Por que perder um animal de estimação dói tanto]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/por-que-perder-um-animal-de-estimacao-doi-tanto]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/por-que-perder-um-animal-de-estimacao-doi-tanto#comments]]></comments><pubDate>Mon, 05 Aug 2019 12:32:19 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/por-que-perder-um-animal-de-estimacao-doi-tanto</guid><description><![CDATA[         Chamar um c&atilde;o de &ldquo;melhor amigo do homem&rdquo; dificilmente parece cobrir a rela&ccedil;&atilde;o entre c&atilde;es e pessoas. Eles s&atilde;o leais, gentis e oferecem amor quase incondicional, alegria e entusiasmo sem fim e, ocasionalmente, muito carinho. Eles est&atilde;o sempre felizes em v&ecirc;-lo, nunca se cansam da sua presen&ccedil;a, e n&atilde;o importa se voc&ecirc; se faz de tolo. Eles s&atilde;o algumas das maiores criaturas deste planeta, companheiros verdade [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/pet-death-696x367_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">Chamar um c&atilde;o de &ldquo;melhor amigo do homem&rdquo; dificilmente parece cobrir a rela&ccedil;&atilde;o entre c&atilde;es e pessoas. Eles s&atilde;o leais, gentis e oferecem amor quase incondicional, alegria e entusiasmo sem fim e, ocasionalmente, muito carinho. Eles est&atilde;o sempre felizes em v&ecirc;-lo, nunca se cansam da sua presen&ccedil;a, e n&atilde;o importa se voc&ecirc; se faz de tolo. Eles s&atilde;o algumas das maiores criaturas deste planeta, companheiros verdadeiramente maravilhosos que se sentem membros da fam&iacute;lia e os &uacute;nicos animais que evolu&iacute;ram especificamente para serem amigos dos humanos.<br /><br />Enquanto todos os donos de animais t&ecirc;m anedotas pessoais, a internet oferece muitos v&iacute;deos de c&atilde;es se reunindo com os donos, e como disse o autor Kinky Friedman, &ldquo;o dinheiro pode comprar um bom cachorro, mas s&oacute; o amor pode faz&ecirc;-lo abanar o rabo&rdquo;.<br /><br />H&aacute; tamb&eacute;m muita ci&ecirc;ncia para apoi&aacute;-lo.&nbsp;<a href="https://academic.oup.com/scan/article/11/12/1853/2544448" title="">Pesquisadores</a>&nbsp;submeteram filhotes a um escaneamento de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica e observaram as mudan&ccedil;as na atividade das regi&otilde;es cerebrais quando certos eventos ocorriam.<br />&#8203;<br />Eles ent&atilde;o ofereceram guloseimas aos c&atilde;es (todos eram muito c&atilde;es d&oacute;ceis, aparentemente) e, em seguida, pediram que os propriet&aacute;rios elogiassem os filhotes. Eles descobriram que os c&eacute;rebros dos c&atilde;es mostravam uma resposta ao elogio de seus donos semelhante a de quando recebiam suprimento de alimentos. Para alguns c&atilde;es, o elogio de seus donos &eacute; um incentivo ainda mais eficaz do que a comida.<br /><br />&#8203;Ent&atilde;o, os c&atilde;es amam seus companheiros humanos e quando esse amor se vai, pode ser incrivelmente dif&iacute;cil de passar. Tamb&eacute;m funciona nos dois sentidos: apenas olhar para os c&atilde;es pode fazer as pessoas sorrirem.<br /><br />N&atilde;o &eacute; de se admirar que os donos de c&atilde;es sentem muito a falta deles quando se v&atilde;o. Como muitos de n&oacute;s sabemos, infelizmente, os humanos tendem a sobreviver aos c&atilde;es, de modo que o autor de A Dog&rsquo;s Purpose, W. Bruce Cameron, escreveu: &ldquo;Quando voc&ecirc; adota um cachorro, tem muitos dias bons e um dia muito ruim.<br />&#8203;<br />Quando um animalzinho morre, a perda pode parecer insuport&aacute;vel. De fato, &agrave;s vezes, essa perda pode parecer t&atilde;o ruim &ndash; ou at&eacute; pior &ndash; do que a perda de um amigo ou parente humano. Isso n&atilde;o &eacute; apenas aned&oacute;tico:&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0162309599800014" title="">estudos confirmam</a>&nbsp;que, para a maioria das pessoas, a perda de um c&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel &agrave; perda de um ente querido humano, em quase todos os aspectos.&nbsp;<a href="https://www.scientificamerican.com/article/why-we-need-to-take-pet-loss-seriously/" title="">De acordo com a Scientific American</a>, &ldquo;os sintomas de luto agudo ap&oacute;s a perda de um animal de estima&ccedil;&atilde;o podem durar de um a dois meses, com sintomas de luto persistindo at&eacute; um ano inteiro (em m&eacute;dia).<br /><br />&#8203;<span style="font-weight:700">Por que os humanos sentem uma perda t&atilde;o profunda para seus animais de estima&ccedil;&atilde;o?</span><br /><br />Porque os c&atilde;es s&atilde;o muito mais do que animais de estima&ccedil;&atilde;o. Como a psic&oacute;loga Julie Axelrod&nbsp;<a href="https://psychcentral.com/lib/grieving-the-loss-of-a-pet/" title="">escreve em um post no blog</a>, a perda de um cachorro &eacute; t&atilde;o dolorosa porque as pessoas est&atilde;o perdendo uma pequena vida pela qual fomos respons&aacute;veis, bem como uma fonte de amor incondicional e companheirismo. H&aacute; uma raz&atilde;o que a maioria dos animais de apoio emocional s&atilde;o c&atilde;es.<br /><br />Axelrod tamb&eacute;m observa que, para muitas pessoas, os c&atilde;es servem como um companheiro principal que proporciona seguran&ccedil;a e conforto. A&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/B9780128012925000055" title="">pesquisa mostrou</a>&nbsp;que os c&atilde;es ajudam as pessoas a sair de suas casas, servem como catalisadores de &ldquo;coes&atilde;o e confian&ccedil;a&rdquo;; a troca rec&iacute;proca de favores entre vizinhos; e maior participa&ccedil;&atilde;o em eventos c&iacute;vicos e quest&otilde;es sociais. &rdquo;Eles tamb&eacute;m est&atilde;o cientificamente comprovados para servir como um&ldquo; lubrificante social &rdquo;que promove intera&ccedil;&atilde;o e conversa&ccedil;&atilde;o entre estranhos. Perder um c&atilde;o significa perder essa motiva&ccedil;&atilde;o para sair de casa para um passeio no parque, perder o motivo para conversar com um estranho em uma rua e perder essa conversa f&aacute;cil tamb&eacute;m.<br /><br />&#8203;Uma&nbsp;<a href="https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/0963721416656329" title="">pesquisa mostra</a>&nbsp;que os c&atilde;es reconhecem as pessoas e podem aprender a interpretar os estados emocionais humanos somente a partir de sua express&atilde;o facial. Estudos cient&iacute;ficos tamb&eacute;m indicam que os c&atilde;es podem entender as inten&ccedil;&otilde;es humanas, tentar ajudar seus donos e aprender a evitar que as pessoas que n&atilde;o cooperam tratem bem seus donos ou as ajudem em seu momento de necessidade. Basicamente, quando voc&ecirc; perde o seu c&atilde;o, voc&ecirc; perde o seu apoio tamb&eacute;m.<br /><br />Embora perder um animal de estima&ccedil;&atilde;o seja doloroso e avassalador, infelizmente, tamb&eacute;m pode ser um processo muito solit&aacute;rio, pois muitas pessoas n&atilde;o entendem o sentimento de perda e n&atilde;o reconhecem que o processo de luto para um animal de estima&ccedil;&atilde;o pode ser t&atilde;o longo quanto por um humano. Por causa disso, o apoio da comunidade tipicamente associado &agrave; morte est&aacute; ausente quando um animal de estima&ccedil;&atilde;o morre. Normalmente, os amigos n&atilde;o deixam pratos quentes ou enviam cart&otilde;es de luto. Para piorar a situa&ccedil;&atilde;o, os donos de luto podem sentir-se envergonhados com a extens&atilde;o do seu pr&oacute;prio cora&ccedil;&atilde;o partido e sentir vergonha de chegar aos amigos para o conforto.<br /><br />Se voc&ecirc; perdeu um animal de estima&ccedil;&atilde;o, tire um tempo para se lamentar. N&atilde;o se envergonhe do seu luto por quem foi mais que um amigo e pense, que embora um amigo seja sempre insubstitu&iacute;vel, outras amizades t&atilde;o bonitas quanto, podem ser inciadas entre voc&ecirc; e um novo animalzinho.<br /><br />&#8203;Por&nbsp;<a href="http://www.pensarcontemporaneo.com" target="_blank">www.pensarcontemporaneo.com</a><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O tempo não pode curar todas as feridas]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-tempo-nao-pode-curar-todas-as-feridas]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-tempo-nao-pode-curar-todas-as-feridas#comments]]></comments><pubDate>Mon, 05 Aug 2019 12:25:06 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/o-tempo-nao-pode-curar-todas-as-feridas</guid><description><![CDATA[         &#8203;Adaptado de&nbsp;Steg for halsa&#8203;Nem o tempo nem os processos do pr&oacute;prio c&eacute;rebro podem curar feridas a 100%. O importante &eacute; aceitar o que aconteceu e seguir em frente.O tempo &agrave;s vezes pode curar feridas , ajudando-o a deixar a dor de lado e a ver as coisas de um modo mais relativo. Mas lembre-se de que nenhuma de suas experi&ecirc;ncias traum&aacute;ticas desaparecer&aacute; para sempre. Voc&ecirc; simplesmente se lembrar&aacute; deles com menos s [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/438978-696x435_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">&#8203;Adaptado de&nbsp;<a href="https://stegforhalsa.se/tiden-laker-inte-alltid-alla-sar/">Steg for halsa</a><br /><br />&#8203;Nem o tempo nem os processos do pr&oacute;prio c&eacute;rebro podem curar feridas a 100%. O importante &eacute; aceitar o que aconteceu e seguir em frente.<br /><br />O tempo &agrave;s vezes pode curar feridas , ajudando-o a deixar a dor de lado e a ver as coisas de um modo mais relativo. Mas lembre-se de que nenhuma de suas experi&ecirc;ncias traum&aacute;ticas desaparecer&aacute; para sempre. Voc&ecirc; simplesmente se lembrar&aacute; deles com menos sofrimento do que antes.<br /><br />Voc&ecirc; pode estar acostumado a ouvir a frase &ldquo;o tempo cura todas as feridas&rdquo;. Isso &eacute; terap&ecirc;utico e significa ajud&aacute;-lo a aprender com as coisas negativas pelas quais passou.<br /><br />Mas &eacute; importante esclarecer algumas coisas. Seu c&eacute;rebro nunca esquece e nem todas as experi&ecirc;ncias dolorosas tornam-se li&ccedil;&otilde;es das quais voc&ecirc; pode se beneficiar. O tempo nem sempre cura todas as feridas.<br /><br />De fato, ao inv&eacute;s de aprender coisas, perdas e outras experi&ecirc;ncias dolorosas podem for&ccedil;&aacute;-lo a aceitar certas coisas &ndash; e isso sem nenhuma surpresa.<br />&#8203;<br />Voc&ecirc; n&atilde;o tem escolha sen&atilde;o aceitar que &ldquo;nada dura para sempre&rdquo;. O que voc&ecirc; acha que &eacute; &oacute;bvio hoje pode ser uma escolha dif&iacute;cil e incerta amanh&atilde;.<br /><br />&#8203;<span style="color:rgb(0, 128, 128)">As feridas que a vida te deu</span><br />Perder algu&eacute;m que voc&ecirc; ama, ter um colapso emocional, terminar uma amizade , ser tra&iacute;do, falhar em alguma coisa &hellip; &eacute; o que acontece na vida.<br /><br />Voc&ecirc; pode ler ou ouvir frases como esta: &ldquo;Para entender a vida, voc&ecirc; tem que sofrer.&rdquo; Isso n&atilde;o tem que ser verdade. Tais li&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m para uma das muitas maneiras diferentes. Momentos felizes tamb&eacute;m podem ser li&ccedil;&otilde;es muito boas que o convidam a se desenvolver.<br /><br />Eventos traum&aacute;ticos e feridas tamb&eacute;m podem &ldquo;pegar voc&ecirc;&rdquo;. Ent&atilde;o voc&ecirc; n&atilde;o pode evitar o desenvolvimento porque sente muita dor. O que voc&ecirc; pode fazer nesses casos? Quais estrat&eacute;gias voc&ecirc; deve seguir quando o seu sofrimento assume?<br /><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)">Aprenda a viver com o vazio</span><br />N&atilde;o existe uma f&oacute;rmula m&aacute;gica para saber como atravessar as interse&ccedil;&otilde;es da vida. N&atilde;o existe uma p&iacute;lula que cure feridas ou remova a dor e nem a m&aacute;quina do tempo que permita que voc&ecirc; volte no tempo para evitar essas coisas.<br />&#8203;<ul><li>Feridas, gostando ou n&atilde;o, sempre permanecer&atilde;o. O tempo n&atilde;o &eacute; um arquiteto perfeito que pode faz&ecirc;-los desaparecer. Mas isso pode ajud&aacute;-lo a se curar e a n&atilde;o ser t&atilde;o ruim quanto costumava ser. Voc&ecirc; aprende a viver com sua dor.</li><li>Muitos aprenderam a viver com o vazio: a aus&ecirc;ncia de um ente querido, a cicatriz de uma m&aacute; decis&atilde;o, um amor perdido.</li><li>O essencial nesses casos &eacute; que voc&ecirc; n&atilde;o deixe que seu sofrimento o mantenha cativo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode desistir. N&atilde;o diga coisas como &ldquo;Depois que esta vida n&atilde;o vale mais a pena viver&rdquo; ou &ldquo;Eu nunca serei feliz novamente&rdquo;.</li><li>A chave est&aacute; em trabalhar em aceitar. O que aconteceu realmente aconteceu, a realidade &eacute; como &eacute;. Sua &uacute;nica escolha &eacute; aceit&aacute;-lo e aquele que voc&ecirc; est&aacute; em sua nova situa&ccedil;&atilde;o.</li></ul><br /><span style="color:rgb(0, 128, 128)">Ego&iacute;smo<br />&#8203;</span>A vida te empurra para frente de vez em quando em ondas que podem ser frias e dormentes. Como a vida poderia tirar de voc&ecirc; a pessoa que voc&ecirc; mais amava? Por que isso acontece com voc&ecirc;, que &eacute; uma pessoa t&atilde;o boa que sempre se esfor&ccedil;a para o melhor para todos?<br /><br />&#8203;&Agrave;s vezes, quando voc&ecirc; fica obcecado em encontrar o significado do que ningu&eacute;m tem, voc&ecirc; cria novas feridas em vez de cur&aacute;-las. N&atilde;o fa&ccedil;a isso!<br /><br />Quando voc&ecirc; passa por algo doloroso, &eacute; f&aacute;cil esquecer de cuidar de si mesmo e amar a si mesmo .<br /><br />Quando confrontado com a derrota dolorosa, n&atilde;o h&aacute; nada para curar como estar reunido consigo mesmo, olhando para os fatos e lembrando que algu&eacute;m merece ser feliz novamente.<ul><li>Se voc&ecirc; perdeu algu&eacute;m, lembre-se de continuar sorrindo para essa pessoa que sempre viver&aacute; em seu cora&ccedil;&atilde;o e em sua mem&oacute;ria.</li><li>Se algu&eacute;m te machucou, n&atilde;o alimente sua dor porque voc&ecirc; est&aacute; apenas piorando a les&atilde;o. Aceite o que &eacute; e, em seguida , liberte-se e deixe por isso mesmo. Sacuda suas sombras e levante-se novamente.</li><li>Uma alma danificada nunca pode ser totalmente curada. Suas feridas permanecer&atilde;o para sempre, mas seu cora&ccedil;&atilde;o continuar&aacute; batendo.</li></ul><br />&#8203;Deixe-se ser feliz novamente. Abrace a vida que voc&ecirc; merece.<br /><br />Por&nbsp;&#8203;<a href="http://www.pensarcontemporaneo.com" target="_blank">www.pensarcontemporaneo.com</a><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Eu gosto de pessoas que, sem pedir permissão, tocam minha alma]]></title><link><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/eu-gosto-de-pessoas-que-sem-pedir-permissao-tocam-minha-alma]]></link><comments><![CDATA[https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/eu-gosto-de-pessoas-que-sem-pedir-permissao-tocam-minha-alma#comments]]></comments><pubDate>Mon, 05 Aug 2019 12:17:04 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cidinhalivorato.com.br/blog/eu-gosto-de-pessoas-que-sem-pedir-permissao-tocam-minha-alma</guid><description><![CDATA[         As pessoas que eu admiro mal cabem nos dedos de uma m&atilde;o. S&atilde;o elas a quem&nbsp;eu observo e escuto em sil&ecirc;ncio. As pessoas que eu admiro, ainda que n&atilde;o se&nbsp;deem conta, fazem de mim uma pessoa melhor, tornam o meu mundo um lugar&nbsp;melhor. As pessoas que eu admiro s&atilde;o apenas humanas, cometem falhas como&nbsp;todo mundo, mas possuem um dom muito especial, que &eacute; o de saber tocar a minha&nbsp;alma.&#8203;Existem milhares dessas pessoas no mundo, [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.cidinhalivorato.com.br/uploads/1/1/5/1/11516759/pareja-abrazada-696x373_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">As pessoas que eu admiro mal cabem nos dedos de uma m&atilde;o. S&atilde;o elas a quem&nbsp;eu observo e escuto em sil&ecirc;ncio. As pessoas que eu admiro, ainda que n&atilde;o se&nbsp;deem conta, fazem de mim uma pessoa melhor, tornam o meu mundo um lugar&nbsp;melhor. As pessoas que eu admiro s&atilde;o apenas humanas, cometem falhas como&nbsp;todo mundo, mas possuem um dom muito especial, que &eacute; o de saber tocar a minha&nbsp;alma.<br />&#8203;<br />Existem milhares dessas pessoas no mundo, talvez voc&ecirc; seja uma delas,&nbsp;talvez seja voc&ecirc; essa refer&ecirc;ncia a outros, n&atilde;o por ser perfeito, mas por saber&nbsp;oferecer o ref&uacute;gio, a prote&ccedil;&atilde;o, a compreens&atilde;o que o outro procura. Esse tipo de<br />pessoa sabe o valor de cada a&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o especialistas em agasalhar almas e sabem&nbsp;perfeitamente quando &eacute; a vez das palavras e o quanto o sil&ecirc;ncio pode ser curador.<br /><br />Quem tem em seu c&iacute;rculo de conviv&ecirc;ncia um ser desses, sabe muito bem o que &eacute;&nbsp;receber afago na alma, sabe o que &eacute; ter em algu&eacute;m o abrigo para as horas em que&nbsp;o mundo se torna mais hostil do que j&aacute; &eacute;. Sabe aqueles momentos em que voc&ecirc;&nbsp;deseja que um buraco se abra para que voc&ecirc; se enfie l&aacute; e se esconda do mundo?<br />Nunca ir&aacute; se abrir esse buraco, mas quem tem um especialista em almas como amigo, sabe onde buscar essa sensa&ccedil;&atilde;o de amparo.<br />&#8203;<br />N&atilde;o importa se essa criatura mora ao lado, more conosco ou at&eacute; mesmo viva em&nbsp;um lugar muito distante. Acredite, eles sempre conseguem uma forma de invadir&nbsp;voc&ecirc;, de ultrapassar qualquer barreira para chegar at&eacute; a sua alma ferida e regat&aacute;-la. Nelas temos total confian&ccedil;a e, ainda que nos trancamos, ainda que criemos uma&nbsp;armadura onde escondemos nossos sentimentos, seja de tristeza ou de felicidade,&nbsp;esse invasor do bem chegar&aacute; at&eacute; nosso mais profundo interior para nos confortar&nbsp;se estivermos tristes ou para festejar se estivermos felizes.<br /><br />&#8203;Quando pedimos um afago e recebemos &eacute; muito bom, mas n&atilde;o h&aacute; como negar que&nbsp;receber-lo sem pedir, que ser surpreendido docemente por m&atilde;os m&aacute;gicas a&nbsp;acariciar nossa alma, &eacute; algo extraordin&aacute;rio. Esse gesto que nos faz sentir menos&nbsp;sozinhos, nos faz perceber que temos valor sim para algu&eacute;m e reaviva nossas esperan&ccedil;as na humanidade.<br />&#8203;<br />Mas &eacute; bom lembrar que essas pessoas tamb&eacute;m possuem almas, e, se doam tanto&nbsp;carinho, tanta aten&ccedil;&atilde;o, &eacute; porque tamb&eacute;m gostam de receber-los. Seja voc&ecirc; hoje o&nbsp;invasor, estique seu bra&ccedil;o e toque a alma daquele que nunca se negou a acariciar&nbsp;a sua. Fa&ccedil;a um afago, um elogio sincero, um agrado para demonstrar sua&nbsp;gratid&atilde;o.<br /><br />&#8203;Por&nbsp;<a href="http://www.pensarcontemporaneo.com" target="_blank">www.pensarcontemporaneo.com</a><br /></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>